Tribunal Penal Internacional
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Hamas critica sanções dos EUA contra Tribunal Penal Internacional

As sanções norte-americanas contra o Tribunal Penal Internacional "recompensam os criminosos de guerra", como o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, acusa o grupo palestiniano, em comunicado.
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O grupo palestiniano Hamas criticou hoje as sanções norte-americanas contra o Tribunal Penal Internacional (TPI), afirmando que "recompensam os criminosos de guerra" como o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, que tem um mandado de captura internacional.

O membro do gabinete político do Hamas, Basem Naim, afirmou em comunicado que as sanções promovem "a lei da selva e recompensam criminosos de guerra como Netanyahu", segundo a agência espanhola EFE.

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O líder islamita apelou aos signatários do Estatuto de Roma, que rege o TPI, para que tomem medidas para proteger o direito internacional e preservar a estabilidade e a segurança.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na quinta-feira uma ordem executiva para sancionar o TPI por alegadas ações contra os Estados Unidos e os seus aliados, uma decisão saudada pelo Governo israelita.

A ordem prevê restrições financeiras e restrições à obtenção de vistos para os Estados Unidos para funcionários do TPI envolvidos em investigações do tribunal contra cidadãos norte-americanos ou aliados de Washington.

As medidas são extensivas aos familiares diretos, cônjuge e filhos, dos funcionários do tribunal.

O TPI, criado pelo Estatuto de Roma e com sede em Haia (Países Baixos), é um tribunal internacional encarregado de julgar indivíduos acusados de crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio.

Os Estados Unidos, a China, a Rússia e Israel não são membros do tribunal e, por conseguinte, não reconhecem a sua jurisdição.

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