Fuzileiros dos EUA expulsaram 169 elementos por recusa de vacina

A taxa de vacinação da Marinha é a mais baixa entre os serviços militares

O corpo de Fuzileiros Navais dos EUA dispensou mais 66 elementos, na semana passada, por se recusarem a receber a vacina contra a covid-19, elevando o total de expulsões por desobediência sanitária para 169.

"A velocidade com que a doença é transmitida entre os indivíduos aumentou o risco para os nossos fuzileiros navais", disse o corpo de Marines, num comunicado.

O corpo de Fuzileiros Navais tem sido o mais rígido na expulsão de elementos que recusam a vacina, tendo negado todos os pedidos de isenções por motivos religiosos.

A taxa de vacinação da Marinha é a mais baixa entre os serviços militares

O Pentágono também anunciou esta quinta-feira que sete membros da equipa que viajou com a secretária adjunta de Defesa, Kathleen Hicks - na deslocação da semana passada ao Havai, Califórnia e Nebraska - testaram positivo.

O departamento de Defesa disse que os testes com os resultados positivos foram feitos no final da viagem e que o rastreamento de contactos está em curso em todas as bases militares, hotéis e outras instalações visitadas por Hicks.

O Pentágono ordenou que todos os militares -- do serviço ativo, Guarda Nacional e Reservas - tomem a vacina, alegando que esse gesto é fundamental para manter a saúde e a prontidão das forças.

Já esta semana, o Pentágono disse que 1.000 soldados em serviço ativo serão enviados para as diversas regiões do país, para ajudar a apoiar os trabalhadores de saúde civis.

Os Estados Unidos registam neste momento uma média de 149.000 novas infeções diárias.

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