EUA enviam 840 mil doses de vacina para populações vulneráveis no Uganda

Os EUA vão ainda constituir um depósito de 300.000 outras doses da mesma vacina que poderão ser distribuídas no mundo inteiro a pessoal humanitário ou a missões de manutenção da paz das Nações Unidas, disse a mesma fonte.

Os Estados Unidos enviam esta terça-feira 840 mil doses da vacina da Johnson & Johnson contra a covid-19 para o Uganda, através de um mecanismo internacional especialmente destinado às situações de crise humanitária, anunciou um responsável da Casa Branca.

Trata-se da primeira entrega de vacinas da Johnson & Johnson no quadro de uma campanha do mecanismo internacional Covax que visa beneficiar as populações vulneráveis que ficaram à margem das campanhas de vacinação governamentais.

Os EUA vão ainda constituir um depósito de 300.000 outras doses da mesma vacina que poderão ser distribuídas no mundo inteiro a pessoal humanitário ou a missões de manutenção da paz das Nações Unidas, disse a mesma fonte.

O Presidente norte-americano, Joe Biden, assegurou já várias vezes que o seu país seria "o arsenal de vacinas do mundo".

A administração Biden insiste que as doações de vacinas norte-americanas se realizam sem condições e não com objetivos diplomáticos ou estratégicos.

A comunidade internacional, sob a égide da Aliança Global de Vacinas (Gavi), decidiu em março de 2021 constituir um depósito de vacinas para serem administradas pelas agências internacionais ou as organizações não-governamentais.

Esse depósito é destinado a "populações confrontadas com crises humanitárias" e a "grupos vulneráveis (refugiados, requerentes de asilo, apátridas, pessoas deslocadas no interior do seu próprio país, migrantes, minorias e pessoas que vivem em zonas afetadas por conflitos", explica a Gavi na sua página eletrónica.

A covid-19 provocou pelo menos 5.978.400 mortos em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse, divulgado no sábado.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

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