Mais professores, funcionários e higiene. O que pedem as escolas para o regresso
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Mais professores, funcionários e higiene. O que pedem as escolas para o regresso

Três semanas após anunciar a vontade de voltar a abrir as escolas para os 11.º e 12.º anos e para as creches, Governo decide finalmente o futuro da comunidade escolar, nesta quinta-feira. As medidas de segurança necessárias podem significar a contratação de mais professores e funcionários nas escolas.

Seria difícil imaginar um cenário assim, senão em tempos de pandemia. Um batalhão de militares a entrar pela escola dentro, cobertos da cabeça aos pés por fatos brancos, de máscaras robustas no rosto, sem ser possível adivinhar-lhes ponta de identidade. Nas costas, transportam botijas e na mão levam um jato preparado para desinfetar todos os espaços à sua volta. Aconteceu esta quarta-feira, numa escola da Amadora, em Lisboa, mas o cenário irá repetir-se nos próximos dias em cerca de 800 escolas secundárias, onde as Forças Armadas se comprometeram a enviar militares para proceder à sua desinfeção.

Prepara-se o regresso às salas de aula, o que poderá ocorrer já a partir do dia 18 de maio. Mas pais e professores são assertivos em dizer que só deverá acontecer com as devidas medidas de segurança garantidas. Uma meta que começa com a higiene - e acaba com mais funcionários e mais professores.

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