Premium Desastres, falsas impressões, expectativas goradas. Europeias vistas à lupa

O PS subiu um pouco - mas "poucochinho" para a maioria absoluta; no PSD, CDS e CDU os resultados foram trágicos - mas não se antecipam golpes palacianos; a abstenção foi o que foi - mas menos do que parece.

"Não há sinais de que os portugueses simpatizem com a ideia de o PS caminhar para uma maioria absoluta."

Esta consideração foi feita, ontem, por um antigo dirigente de topo no PS, o ex-ministro Paulo Pedroso, há muito afastado da política nacional mas nem por isso menos atento. Numa nota no Facebook, Pedroso constatou o óbvio: o PS, ao passar de 31,46% (oito eleitos) em 2014 para 33,38% (nove eleitos) ontem teve uma "subida moderada". É "poucochinho" ou mesmo nada para quem sonha com maioria absoluta nas legislativas de outubro.

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