Premium Dead Combo: a banda que não o queria ser

Os Dead Combo regressam hoje ao Coliseu dos Recreios, em Lisboa, para celebrar 15 anos de carreira com a presença de alguns convidados especiais como o cantor americano Mark Lanegan.

Conheceram-se por acaso, em 2001, durante um concerto do músico americano Howe Gelb, ali para os lados do Jardim do Tabaco, em Lisboa. No final do mesmo, Tó Trips pediu boleia a Pedro Gonçalves, que conhecia vagamente dos tempos do liceu D. Pedro V, mas este também não tinha carro, pelo que caminharam juntos até ao Bairro Alto. Palavra puxa palavra e, sem se darem por isso, tinham acabado de criar os Dead Combo.

O projeto inicial passava por gravar um disco de tributo a Carlos Paredes, que nunca se viria a concretizar, muito embora se tenham dado a conhecer na coletânea Movimentos Perpétuos, de tributo ao mestre da guitarra portuguesa, editada em 2003. O disco de estreia, Vol.1, surgiria um ano depois, seguindo-se Vol. 2 - Quando a Alma não É Pequena (2006), Lusitânia Playboys (2008), Lisboa Mulata (2011) e A Bunch of Meninos (2014), com os quais, quase sem se dar por isso, foram construindo uma das mais sólidas e originais carreiras da música portuguesa feita neste século.

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