Exclusivo Ofensiva no Tigray: mais um capítulo na rivalidade entre EUA e China?

O primeiro-ministro etíope deu ordem para o avanço das tropas na capital da região semiautónoma, após o fim do ultimato de 72 horas para os líderes regionais deporem as armas. Mas por detrás do conflito que já causou centenas de mortos e milhares de deslocados estão mais do que históricas disputas.

O primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed Ali, deu nesta quinta-feira ordem para o avanço das forças militares federais contra Mekelle, capital do estado semiautónomo de Tigray (ou Tigré), três semanas depois de ter lançado uma operação contra os líderes regionais que acusa de planearem uma revolta e no fim das 72 horas que lhes deu para deporem as armas.

"A última porta de saída pacífica fechou-se por causa da arrogância dos líderes dissidentes", explicou Abiy, ao final do ultimato de 72 horas que foi rejeitado pelas autoridades regionais da Frente de Libertação do Povo de Tigray (TPLF, na sigla em inglês). O exército recebeu a ordem de "executar a última fase" da operação lançada em 4 de novembro, anunciou no Facebook.

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