Premium SEF pressionado para entregar relatório arquivado sobre vistos ilegais

O ministro da Administração Interna vai nesta quarta-feira explicar no Parlamento por que o SEF arquivou um processo que implicava oito funcionários na concessão de vistos ilegais, entre os quais uma inspetora detida pela PJ em outubro, por suspeitas de corrupção.

Os investigadores da operação Rota do Cabo, titulada pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, vão requerer ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) todos os processos disciplinares que envolvem a inspetora Sónia Francisco, detida em outubro pela Polícia Judiciária (PJ), por suspeitas de ter sido corrompida por uma rede de auxílio à imigração ilegal.

O principal documento em causa é o processo disciplinar de inquérito (PDI 09/GI/16), arquivado pela direção do SEF em 2017, sem consequências sancionatórias, no qual já era visada esta inspetora, por suspeitas de corrupção. De acordo com fontes judiciais que estão a acompanhar a investigação, o objetivo desta consulta é cruzar os dados obtidos no processo interno do SEF, principalmente as autorizações de residência concedidas à margem da lei por esta inspetora, com os da operação Rota do Cabo.

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