Premium Auschwitz. 75 anos depois da libertação, a ameaça nazi ainda paira sobre a Europa e os EUA

Assinalam-se hoje os 75 anos da libertação do campo de extermínio de Auschwitz, numa altura em que os símbolos nazis e os atos antissemitas ganham terreno no mundo. "Não são as mesmas palavras, não são os mesmos criminosos, mas é o mesmo mal", alertou por estes dias o presidente da Alemanha. Como respondem os vários países a este fenómeno?

Foi há 75 anos. A 27 de janeiro de 1945 as tropas soviéticas entraram no campo de Auschwitz-Birkenau, construído pelos nazis perto de Cracóvia, na Polónia ocupada, onde mais de um milhão de pessoas foram mortas. O dia da libertação dos sobreviventes (cerca de sete mil) do campo de extermínio que se tornou no símbolo do Holocausto é hoje evocado um pouco por todo o mundo. E, como se tem ouvido nas cerimónias e nos discursos dos últimos dias, vem a par do alerta para o recrudescimento de extremismos, muitas vezes de ideologia ou inspiração nazi, assumidos sem vergonha nem culpa.

"Não são as mesmas palavras, não são os mesmos criminosos. Mas é o mesmo mal", advertiu na passada semana o presidente alemão Frank-Walter Steinmeier, na cerimónia de evocação da libertação de Auschwitz que juntou dezenas de chefes de Estado em Israel.

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