Premium CGD: até quando durará a impunidade?

Nos últimos dias, ficámos a conhecer por uma comentadora os resultados da auditoria independente à atividade da Caixa Geral de Depósitos (CGD) entre 2000 e 2015, pedida pelo governo em junho de 2016. Isto depois de esta informação ter sido recusada ao Parlamento e aos deputados por razões que se prendem com o sigilo bancário.

O relatório diz-nos algo que todos nós já desconfiávamos: que entre 2000 e 2015 foram registadas elevadas perdas em créditos concedidos, fruto do não cumprimento das regras de avaliação de risco na decisão de concessão de empréstimos. Segundo o relatório, o maior número de casos nos quais foram desconsideradas as recomendações das análises de risco, aprovando-se empréstimos mesmo quando o risco era desfavorável ou condicionado, e sem requerer todos os documentos necessários para justificar a sua aprovação, foram registados entre 2007 e 2011, abrangendo os anos dos dois governos liderados por José Sócrates.

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