Premium Confetis de papel, purpurinas biodegradáveis, fatos reciclados. Carnaval amigo da saúde e do ambiente

Um pouco por todo o país, as organizações dos corsos carnavalescos começam a reforçar a sustentabilidade ambiental dos eventos, nomeadamente através da utilização de copos reutilizáveis. Dos fatos aos confetis, também os foliões podem contribuir para um Carnaval mais ecológico.

Serpentinas, confetis, garrafas, latas, copos e restos de fatos e acessórios no chão. Um cenário que se repete a cada Carnaval um pouco por todo o país. Por esta altura, há um grande apelo ao consumo e, consequentemente, um enorme desperdício e produção de resíduos. Já há autarquias a tomar medidas para tornar o Carnaval mais amigo do ambiente, mas está nas mãos dos foliões a possibilidade de fazer que os festejos sejam mais sustentáveis.

Se quiser poupar o ambiente, pode começar pelo fato. "Esta é uma altura do ano em que há um pico de consumo. Há a aquisição de novos fatos, muitas vezes com preços competitivos, feitos em fibras sintéticas, geralmente em países onde não há controlo de aspetos ambientais", diz Carmen Lima, coordenadora do Centro de Informação de Resíduos da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, que lamenta o facto de "nunca ser noticiado que há aproveitamento de fatos de uns anos para os outros nas grandes festas". "Por vezes, mantêm-se nos armazéns, mas há um grande estímulo ao consumo." Para um Carnaval mais sustentável, sugere que os foliões optem pela reutilização ou pelo aluguer dos fatos. E porque não pedir uma fantasia emprestada a um amigo?

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