Premium Mão Morta querem "uma morte indolor e rápida" para os habitantes da Terra

Os Mão Morta estão de regresso com No Fim Era o Frio, um disco conceptual que narra um cenário pós-apocalíptico e que é também uma parábola sobre a solidão humana, como explica ao DN o vocalista e fundador da banda.

"O mundo não é mais um lugar seguro", é anunciado logo no início de No Fim Era o Frio, ao longo de uma lenta declamação de Adolfo Luxúria Canibal, que dá o tema a este décimo primeiro trabalho de originais da banda fundada em Braga em 1984, o primeiro após cinco longos anos de ausência dos discos.

Ao longo de 11 faixas, este álbum conceptual narra o estertor de uma sociedade distópica, que sobrevive dentro de fatos herméticos no topo de montanhas, em fuga da constante subida das águas do mar. Uma parábola ambiental mas também pessoal, como assume Adolfo Luxúria Canibal nesta entrevista ao DN, pelo modo como questiona as relações pessoais, num cenário pós-apocalíptico sublinhado pela música da banda, também ela tão sensorial quanto as palavras.

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