Premium Jong-un fora do radar. Futuro da dinastia Kim envolto em incerteza

Notícias não confirmadas que dão o líder norte-coreano morto ou em estado grave levam à pergunta: quem é o próximo na linha sucessória? Tendo em conta a originalidade da ditadura hereditária da Coreia do Norte, a resposta não é óbvia.

Desaparecer na Coreia do Norte não é exatamente a mesma coisa do que no Sul. Na melhor das hipóteses é o passaporte para o exílio, na pior a execução.

Foi o que aconteceu em 2013 ao até então influente Jang Song Thaek, marido de Kim Kyong-hui, a irmã preferida de Kim Jong-il. Mas não do sucessor, Kim Jong-un, e os rumores, mais tarde desmentidos, davam conta de um método que envolvia 120 cães esfomeados. Talvez por isso, a reação da mulher do ditador na presença de um ilusionista tenha dado origem a um momento de humor negro, ainda que possa ter sido involuntário. Em setembro de 2018, durante a visita a Pyongyang do presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, a delegação levou um mágico para aligeirar o ambiente no jantar entre os líderes. Antes de a atuação começar, Ri Sol-ju perguntou, para risada geral: "Vou desaparecer?".

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