Premium PPM. De partido respeitável a "produto tóxico" da monarquia?

Foi na monarquia que a pena de morte foi abolida. E agora o partido dos monárquicos aceita como cabeça-de-lista alguém que a admite. O presidente do PPM, Gonçalo da Câmara Pereira, desvaloriza. Mas há militantes em estado de choque.

"Os homens prendem-se pela palavra, os burros pela cabeçada." No último sábado, dia 16, André Ventura - o advogado comentador da CMTV que desde as autárquicas de 2017 se foi constituindo como a nova coqueluche da extrema-direita nacional - garantiu aos membros do Conselho Nacional do PPM que é mesmo contra a pena de morte.

Essa garantia terá sido um dos argumentos que levaram aquele órgão a protagonizar uma absoluta reviravolta no projeto do partido para as eleições europeias. Na quarta-feira da semana passada, dia 13, o Conselho Nacional tinha decidido recusar que André Ventura fosse cabeça-de-lista de uma coligação que o PPM faria com o Partido Cidadania e Democracia Cristã (PPV/CDC, antigo Partido Portugal Pró-Vida).

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