Premium Oficiais de Justiça. "Revolta justificada" deixa ataque a Alcochete e Operação Marquês em suspenso

Dois dos processos mais mediáticos do momento podem ser adiados devido à greve dos oficiais de justiça, que protestam contra a integração nos 14 meses de salário de um suplemento que recebem 11 vezes. Uma redução de ordenado, diz o sindicato.

O início da fase de instrução do processo do ataque à Academia do Sporting em Alcochete e o depoimento do ex-secretário de Estado Fernando Serrasqueiro no âmbito da Operação Marquês correm o risco de ser adiados devido à greve de cinco dias alternados dos funcionários judiciais que começa amanhã (terça-feira, dia 25) e termina a 12 de julho.

Este protesto é motivado pela decisão do governo de cumprir uma decisão prevista no Orçamento do Estado para este ano e que passa por integrar no vencimento destes profissionais um suplemento que recebem 11 vezes por ano, no valor de 10% do salário. O problema é que o executivo decidiu que esse pagamento será dividido por 14 meses, ou seja, o suplemento que tem sido pago durante 11 meses vai ser dividido por 14. O que se traduz numa efetiva redução do ordenado, diz o Sindicato dos Funcionários Judiciais.

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