Exclusivo "Tivemos de encontrar uma nova identidade para os Xutos"

Com 40 anos feitos no dia 13, então calhado a uma sexta-feira, os Xutos & Pontapés lançam amanhã o novo disco, Duro, o primeiro gravado sem Zé Pedro, que é apresentado no mesmo dia, num concerto há muito esgotado.

Tal como Tim canta no clássico Vida Malvada, é caso para dizer que é amanhã que eles se fazem à estrada. O espetáculo no Lisboa ao Vivo, já há muito esgotado, tal como o do Hard Club, no Porto, marcado para 1 de fevereiro, é muito mais do que um simples concerto de apresentação do novo trabalho de originais, Duro. Afinal, tanto o disco como a digressão são uma espécie de território novo para a maior instituição rock portuguesa, que pela primeira vez se atira às feras sem o guitarrista e fundador Zé Pedro, desaparecido no final de 2017.

Desde então, muitas foram as dúvidas, mas muitas mais as certezas que os fizeram não desistir, como todos os membros dos Xutos fazem questão de sublinhar nesta entrevista, depressa transformada num diálogo a quatro - embora por vezes mais parecesse a cinco, tal a quantidade de vezes que o nome de Zé Pedro se ouviu. Em entrevista ao DN, Tim, Kalú, Gui e João Cabeleira recordam como transformaram a dor da perda numa celebração da vida, tal como o amigo e companheiro gostaria, mesmo quando tudo foi posto em dúvida.

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