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Como se aplica a política antidoping e porque há poucos casos no futebol?

Rogério Jóia, da Autoridade Antidopagem de Portugal, garante um futebol limpo e revela como se processam os controlos e porque em 2017 só houve três casos.

Apenas três casos de doping no futebol português em 2017. Os números de 2018 ainda não são públicos, mas "são inferiores", segundo garantiu Rogério Jóia, da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP), ao DN. Será o futebol pouco controlado, um desporto limpo ou a política antidoping de Portugal está a funcionar? "O futebol é a modalidade mais controlada no país", garantiu ao DN o líder da autoridade antidopagem, feliz por ter "um futebol limpo".

Bons profissionais à frente dos clubes e uma maior consciencialização são alguns dos fatores a contribuir para o reduzido número de casos positivos: "Os departamentos médicos dos clubes, nomeadamente os profissionais, estão alicerçados em profissionais médicos altamente competentes e, em geral, com sensibilidade e motivação relevantes para a luta contra a dopagem, o que é louvável e o que permite um cuidado acrescido relativamente à não utilização de substâncias e métodos proibidos por parte dos jogadores e, consequentemente, um menor número de casos de doping."

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