Exclusivo Rio ataca com tuítes. A história de André e do vovô contra Costa

Rui Rio é um dos líderes partidários que apostam nas mensagens curtas, algumas duras. Mas com pouco mais de 3500 seguidores, são jornalistas e comentadores que ampliam as suas palavras. Será esse o objetivo?

"Estou a tentar ser diferente." Rui Rio dirigiu-se assim aos portugueses, em carta. E o que tem isto que ver com o Twitter? Pouco na forma, muito na maneira como o líder do PSD entende que é possível comunicar por camadas com o eleitorado. Na sua conta oficial daquela rede social, partilhou na sexta-feira a missiva aos "concidadãos", pelo menos aos pouco mais de 3500 que o seguem. Depois, foram jornalistas lhe deram expressão. Será esse o objetivo do investimento de Rio num meio que tem pouca adesão em Portugal, a não ser das chamadas "elites"?

"Não fazia sentido investir no Facebook, que até pode ter mais likes e partilhas, mas onde tudo é despejado. No Twitter a mensagem é mais personalizada e atinge um universo grande de comentadores e jornalistas", justifica, precisamente, fonte próxima do presidente social-democrata.

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