Premium As alianças à direita. Muita "convergência", nenhuma coligação

À direita do PS, os partidos que existem e os que estão em formação recusam - com exceção de um - entendimentos pré-eleitorais para as legislativas. Quanto ao depois, logo se vê.

Falam todas em "entendimentos" ou "convergências", as formações políticas à direita do PS. As que já existem (o PSD e o CDS); as que já existem mas nunca foram a votos (o Aliança e a Iniciativa Liberal); e também as que não existem nem nunca foram a votos mas estão a tratar disso (o Democracia 21 e o Volt Portugal). Contudo, dar o passo até à formação de uma grande coligação pré-eleitoral para as próximas eleições legislativas (que o PR já marcou para 6 de outubro) é o passo que (quase) todos recusam. A exceção já se verá qual é.

Neste fim de semana, Pedro Santana Lopes, líder do Aliança, sintetizou, numa entrevista DN/TSF, a posição que afinal é a de (quase) todos. Por um lado disse: "Entendo que, ainda mais existindo a frente de esquerda, para se construir uma alternativa é necessário criar um caminho de convergência [à direita do PS]." "Não falo em coligação pré-eleitoral, que nem é do interesse do Aliança, o Aliança quer ir a eleições medir a sua força."

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