Premium Osvaldo Correia: "A cura do cancro da pele é possível desde que seja feito diagnóstico precoce"

Estima-se que em Portugal, em 2020, sejam diagnosticados mais de 13 000 novos casos de cancros da pele. Mais de mil serão melanoma, o mais grave e mortífero. Números que têm vindo a aumentar, mas que desceriam se lhes déssemos ouvidos: às campanhas e a Osvaldo Correia, dermatologista e presidente da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo.

O aumento da incidência do número de cancros da pele não é um exclusivo de Portugal, é uma tendência mundial que o dermatologista Osvaldo Correia explica com o facto de ter vindo a crescer nas últimas décadas o número de horas e de dias em que as pessoas passam expostas ao sol em atividades recreativas, lúdicas, desportivas ou profissionais.

"Muitas vezes, nas horas proibidas e sem a adequada proteção. Mesmo em dias com temperaturas amenas, a partir de maio, o índice ultravioleta é normalmente elevado ou muito elevado e o risco de queimadura solar é maior, sobretudo neste ano, em que as pessoas estiveram mais confinadas e a exposição súbita será um fator de risco adicional", alerta o presidente da Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), que explica que a pele tem memória e grava todas as agressões às suas células, que podem favorecer os vários tipos de cancro da pele: carcinomas basocelular e espinocelular e melanoma.

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