Exclusivo Condenar ou reabilitar: o que fazer com os europeus que se juntaram ao Estado Islâmico?

Os curdos, aliados dos EUA na Síria, mantêm cerca de 800 combatentes estrangeiros europeus detidos, havendo ainda 700 mulheres e 1500 crianças nos campos. E avisam para a "bomba-relógio" que representam.

O presidente norte-americano, Donald Trump, pressionou os países europeus a lidarem com os cidadãos dos seus países que partiram para o Iraque e a Síria para combater ao lado do Estado Islâmico e agora estão nas mãos dos curdos sírios. Isto numa altura em que o grupo terrorista islâmico está prestes a perder o que resta do seu autoproclamado califado, que chegou a ter mais de cem mil quilómetros quadrados e atraiu mais de 40 mil cidadãos de todo o mundo. Mas é mais fácil falar do que fazer.

"Isto não se resolve com facilidade, isto não é uma questão apenas de fazer umas declarações", comentou nesta segunda-feira o chefe da diplomacia portuguesa, Augusto Santos Silva, após um encontro com os homólogos europeus, lembrando que comparado com outros Estados membros, a questão em Portugal é "muito pequena".

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG