Premium Marcelo e partidos esperam coletes amarelos em modo "português suave"

Presidente e partidos não veem condições para que o protesto marcado para sexta-feira, em todo o país, venha a ficar violento como em França. A situação nacional é "diferente", argumentam.

As forças de segurança estão preocupadas e preparam um aparatoso dispositivo, de 20 mil policiais, para a manifestação marcada para sexta-feira, em todo o país, sob o lema "Vamos parar Portugal". No governo, a apreensão com este movimento inorgânico de protesto, se existe, não é assumida de viva voz. O ministro da Administração Interna manifestou-se confiante na "boa tradição portuguesa" de respeitar a ordem. O Presidente da República também. E é essa também a expectativa do PS, PSD e CDS. Só os partidos à esquerda mantiveram o silêncio.

"A situação de Portugal é diferente da situação em França." Com este diagnóstico, Marcelo Rebelo de Sousa manifestou a convicção de que em Portugal, onde se fez uma revolução de cravos e não uma sangrenta como a francesa, o protesto de sexta-feira será pacífico. A organização do evento, que tenta imitar o movimento dos coletes amarelos em França e que provocou um rasto de destruição em Paris, está a ser convocada pelas redes sociais e em vários sites.

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