Premium Iveta Radicová: "Senti pressões de grupos criminosos todos os dias"

Foi a primeira mulher na Eslováquia a ter a cátedra de Sociologia, a disputar uma segunda volta nas eleições presidenciais e a exercer o cargo de primeira-ministra, entre 2010 e 2012. Enquanto governante sofreu na pele ameaças, mas o que agora a inquieta é saber quem são os responsáveis pela desinformação e discurso de ódio que a todos afeta nas redes sociais.

Durante dois dias dezenas de antigos chefes de Estado e de governo de todo o mundo estiveram na Fundação Calouste Gulbenkian a discutir o tema educação para sociedades partilhadas, numa organização do Club de Madrid. Membro desta organização criada por Mikhail Gorbachov, a ex-governante eslovaca Iveta Radicová, de 61 anos, falou sobre o tema da conferência, mas também da atualidade política do seu país e da questão da igualdade de género.

O assassínio do jornalista Jan Kuciak e da namorada, Martina Kusnirova, em fevereiro, levou a uma enorme crise política na Eslováquia, que culminou com a demissão do primeiro-ministro e do ministro do Interior. A crise política passou?

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