Premium Planeia adiar a gravidez? Há um teste para saber quantos óvulos ainda tem

Um estudo feito em Espanha conclui que 70% das mulheres não sabem que existe um indicador da quantidade de óvulos disponíveis. Especialistas ouvidos pelo DN acreditam que a percentagem em Portugal será ainda maior. Exames só devem ser feitos com indicação médica.

As mulheres portuguesas adiaram a maternidade 3,8 anos desde o início do século. Em 2000, eram mães pela primeira vez, em média, aos 26,5 anos, enquanto no ano passado a idade média se situava nos 30,3 anos. Apostam na formação, na progressão na carreira, procuram estabilidade financeira. Mas o adiamento nem sempre é seguro. Por vezes, quando tentam engravidar, é tarde demais. Por isso, pode ser importante conhecerem a sua reserva ovárica, que permite prever o potencial reprodutivo da mulher.

De acordo com um artigo publicado no El País, 70% das mulheres espanholas não sabem que existe um indicador para avaliar os óvulos disponíveis. Por cá, essa percentagem será ainda maior. "A maior parte das mulheres não faz a mínima ideia e alguns médicos - excluindo os ginecologistas - também não. É um assunto que merece ser divulgado para que as pessoas saibam e possam beneficiar de algum tipo de aconselhamento", diz Teresa Almeida Santos, diretora do Serviço de Reprodução Humana do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

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