Antero Henrique, o homem que perdeu a guerra pelo poder no PSG
Premium

França

Antero Henrique, o homem que perdeu a guerra pelo poder no PSG

O português deixou o cargo de diretor desportivo dos parisienses após dois anos em que garantiu as milionárias contratações de Neymar e de Mbappé. As várias contratações falhadas e o conflito aberto com treinador e alguns jogadores tornaram a saída inevitável.

Antero Henrique deixou, sem glória, o Paris Saint-Germain, na sequência de uma série de conflitos que acabaram por traçar o seu destino como diretor desportivo do clube francês. Quando em junho de 2017 foi apresentado em Paris pelo catari Nasser Al-Khelaïfi, presidente e representante do fundo de investimentos do Qatar que adquiriu o PSG em 2011, apresentava no currículo um trabalho muito elogiado na gestão desportiva do FC Porto que o levaram a ser escolhido.

Os parisienses tinham acabado uma época dececionante, na qual tinha perdido o campeonato francês para o Mónaco de Leonardo Jardim e, mais grave do que isso, tinham sido afastados pelo Barcelona na Liga dos Campeões com uma goleada humilhante de 6-1 em Camp Nou, depois de terem vencido em casa por 4-0.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Severiano Teixeira

"O soldado Milhões é um símbolo da capacidade heroica" portuguesa

Entrevista a Nuno Severiano Teixeira, professor catedrático na Universidade Nova de Lisboa e antigo ministro da Defesa. O autor de The Portuguese at War, um livro agora editado exclusivamente em Inglaterra a pedido da Sussex Academic Press, fala da história militar do país e da evolução tremenda das nossas Forças Armadas desde a chegada da democracia.

Premium

Maria Antónia de Almeida Santos

Dos pobres também reza a história

Já era tempo de a humanidade começar a atuar sem ideias preconcebidas sobre como erradicar a pobreza. A atribuição do Prémio Nobel da Economia esta semana a Esther Duflo, ao seu marido Abhijit Vinaayak Banerjee e a Michael Kremer, pela sua abordagem para reduzir a pobreza global, parece indicar que estamos finalmente nesse caminho. Logo à partida, esta escolha reforça a noção de que a pobreza é mesmo um problema global e que deve ser assumido como tal. Em seguida, ilustra a validade do experimentalismo na abordagem que se quer cada vez mais científica às questões económico-sociais. Por último, pela análise que os laureados têm feito de questões específicas e precisas, temos a demonstração da importância das políticas económico-financeiras orientadas para as pessoas.