Premium Há 27 meses que Nuno escreve aos ministros, a Marcelo e aos partidos. Ninguém lhe responde

Todos os dias 15 de cada mês segue um comunicado para vários ministros, grupos parlamentares, comissões e órgãos de informação. O porta-voz do Movimento Associativo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Midões não desarma: "Estamos abandonados há 27 meses."

Nesta quarta-feira, quando o calendário assinalava dia 15, Nuno Tavares Pereira enviou mais um comunicado para as dezenas de endereços que o computador já memorizou. No assunto, o mesmo de sempre: "abandonados" - tal como acontece desde outubro de 2017, quando no dia 15 o fogo destruiu centenas de casas e matou 45 pessoas naqueles concelhos da região centro.

O empresário de Oliveira do Hospital escreve todos os meses aos ministérios da Agricultura e Infraestruturas, aos grupos parlamentares, à sétima comissão do Parlamento e a dezenas de órgãos de comunicação social, na qualidade de porta-voz do MAAVIM (Movimento Associativo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Midões). A esse rol de destinatários junta-se ainda a Presidência da República, a Comissão de Coordenação da Região Centro (que até outubro passado era presidida por Ana Abrunhosa, agora ministra da Coesão Territorial).

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