Premium Entrada em funções da Comissão de Ursula pode estar comprometida

Queda do governo socialista na Roménia e chumbo da candidata indigitada pelo presidente francês podem atrasar votação da nova Comissão Europeia no dia 23 e a sua entrada em funções a 1 de novembro.

A equipa de Ursula von der Leyen sofreu nesta quinta-feira uma baixa de peso, com a rejeição no Parlamento Europeu da comissária indigitada pelo governo francês. A liberal Sylvie Goulard viu a sua idoneidade posta em causa pelos eurodeputados, os quais levantaram questões éticas e técnicas para a afastarem da pasta do Mercado Interno. "O não dito" é que houve igualmente questões de natureza política.

Ao mesmo tempo que o Parlamento Europeu repetia a audição da francesa, a milhares de quilómetros de Bruxelas, outro Parlamento - o da Roménia - estava prestes a mandar outro abanão na nova Comissão Europeia liderada pela alemã, que deveria entrar em funções a 1 de novembro. Mas neste momento já ninguém esconde que "o prazo está a ficar apertado", uma vez que o colégio tem de ser aprovado em bloco pelo Parlamento Europeu, na sessão plenária do dia 23, ou seja, daqui a duas semanas.

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