Premium "A primeira leitora que imaginei foi a minha avó que não sabia nada sobre BD"

O autor franco-sírio Riad Sattouf compara-se a um estalajadeiro que recebe uns visitantes noturnos que lhe contam histórias. É assim que vai pintando a sua infância e adolescência em O Árabe do Futuro, cujo quarto volume foi agora publicado entre nós.

Os primeiros dois volumes de O Árabe do Futuro venderam mais de um milhão de exemplares. Há dezenas de traduções, incluindo no Japão, Coreia ou Estados Unidos. E não só se tornou uma história seguida universalmente, tem também recebido o reconhecimento da crítica, com vários prémios. Em 2016, Guillaume Allary, o editor de Riad Sattouf, explicou à Télérama que o artista gráfico (e argumentista e realizador de cinema) antes de desenhar ou escrever conta-lhe "cada cena, cada prancha, mimetizando as personagens e imitando a voz".

Ao DN, há quatro anos, previu que iria contar a sua história em cinco volumes. Notícias recentes indicam que haverá seis volumes. A sua memória revelou-se ainda mais prodigiosa ou a editora encorajou-o a desenvolver a história?

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