Premium Advogados. Conselho de Deontologia de Lisboa em pé de guerra

Autoritarismo, violação de correspondência, violação do método de Hondt, perseguição são acusações imputadas ao presidente do Conselho Deontológico de Lisboa da Ordem dos Advogados, Paulo Graça. O agora candidato ao Conselho Superior nega tudo.

Falta menos de um mês para as eleições na Ordem dos Advogados (OA), que decorrerão a 27, 28 e 29 de novembro, mas a luta parece ter começado há muito no Conselho de Deontologia de Lisboa (CDL). O presidente, Paulo Graça, agora candidato ao Conselho Superior da Ordem dos Advogados, e Isabel da Silva Mendes, vogal conselheira, candidata a bastonária, enfrentaram-se nas últimas eleições para o CDL. E continuaram a enfrentar-se ao longo do mandato.

Autoritarismo, violação de correspondência, violação do método de Hondt, perseguição e esvaziamento da discussão no Conselho Deontológico de Lisboa da Ordem dos Advogados (OA) são, segundo fonte da OA, imputados ao seu presidente, Paulo Graça, em resultado do conflito latente entre este e alguns dos vogais conselheiros eleitos pela lista concorrente, em particular Isabel da Silva Mendes, que neste momento concorre a bastonária, e Vítor Almeida Serra, atual número dois da lista encabeçada por Ivone Cordeiro ao CDL para o triénio 2020-2022.

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