Nova SBE. Encontraram no canudo a vontade para mudar o mundo
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Nova SBE. Encontraram no canudo a vontade para mudar o mundo

Uns viram na confeção de uma tradição síria antiga a forma de ajudar refugiados. Outros reutilizaram a experiência pessoal para mudar a vida das pessoas com deficiência. Todos os anos, dezenas de projetos com impacto social nascem na Nova SBE.

Até o céu de Damasco se ter enchido com as cinzas da guerra, Maysa era cabeleireira. Um dia, os sonhos enegreceram com o novo teto da capital da Síria e a solução foi fugir. Para Aleppo, inicialmente, carregando a família inteira consigo - marido e três filhos. Dali, rumou até à Turquia. Depois, até à Grécia, onde ficaram durante dez meses num centro de acolhimento. O destino final seria Portugal, onde chegou já há cerca de dois anos, através do mecanismo europeu de recolocação de refugiados, com uma nova filha na barriga.

Enquanto a vida desafiava a sorte, Benedita Contreras, 25 anos, aluna de mestrado na Nova School of Business and Economics (Nova SBE), desenhava uma solução para mulheres como Maysa a partir da sala de aula. Encontraram-se pouco depois de a refugiada ter pousado os pés em Portugal, para aliar o conhecimento à vontade de mudar o mundo. É um dos vários projetos nascidos nos programas de impacto social da faculdade e que ganhou vida fora dela.

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