Premium Diplomatas levam urnas aos teatros de guerra para militares poderem votar

Missões das Forças Armadas no estrangeiro obrigaram a montar uma operação logística com o Ministério dos Negócios Estrangeiros para garantir que os 736 militares destacados pudessem exercer o seu direito de voto.

A guerra não para e alguns dos 736 militares das Forças Armadas em missões no estrangeiro ficaram impedidos de votar antecipadamente para as eleições legislativas deste domingo, como sucedeu no Iraque. Mesmo assim, votaram muitos desses efetivos, a grande maioria (698) ao serviço de organizações internacionais e 38 afetos ao grupo de acompanhamento para a modernização de um navio da Armada, segundo dados obtidos esta sexta-feira pelo DN.

Quanto aos militares que não exerceram o seu direito de voto, houve três motivos possíveis: uns estavam em operação longe do local onde decorreu a votação, outros abstiveram-se e outros já estariam este domingo em Portugal - como foi o caso dos efetivos da Força Aérea destacados na base aeronaval italiana de Sigonella, com a tripulação que os foi substituir a votar antecipadamente no território nacional em mobilidade.

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