Premium Miguel Ângelo: "Ou conseguimos renovar o nosso público ou nunca mais passamos da cepa torta"

O antigo vocalista dos Delfins está de regresso aos palcos para apresentar o último disco a solo NOVA (pop), feito em parceria com alguns nome das nova geração da pop nacional e cuja digressão foi interrompida devido à pandemia. O primeiro concerto é já amanhã, sábado, 5, no Theatro Circo, em Braga, num espetáculo que contará também a com a presença de Filipe Sambado e Chinaskee.

Tudo indicava que 2020 iria ser um ano em grande para Miguel Ângelo, entre o muito aguardado regresso dos Delfins, marcado para o Rock in Rio, um sem-fim de concertos com a Resistência e especialmente a digressão de apresentação o último disco a solo NOVA (pop), interrompida logo em março, apenas após três concertos, devido à pandemia.

Lançado no final do ano passado, será reeditado a 26 de setembro, num formato especial em vinil branco, por ocasião do Record Store Day, mas antes voltará novamente a ser apresentado ao vivo, num concerto marcado para amanhã (sábado, 5 de setembro) no Theatro Circo, em Braga. Feito a meias com gente como Filipe Sambado, Chinaskee, Surma e D'Alva, NOVA (pop) deu um novo impulso à carreira do músico e cantor, que em 2019 celebrou 35 anos de carreira, alargando o seu universo musical para os territórios da pop mais eletrónica, mas também a um público mais jovem. Uma decisão "radical", como faz questão de sublinhar nesta entrevista ao DN, na qual também fala da crise na "indústria dos concertos", decorrente da pandemia e da "conotação negativa" que os Delfins ainda têm para muita gente.

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