Premium O que tem mesmo de mudar para o Montijo acolher o aeroporto

Como é que o Montijo irá responder ao impacto do novo aeroporto? Há muito para melhorar nas infraestruras e serviços públicos, da segurança à saúde.

Acolher um aeroporto obriga a muitas mudanças na cidade que o acolhe. Mudanças que vão além da iniciativa privada, como a construção de restaurantes e hotéis. Acolher um aeroporto exige que se redimensione as estruturas públicas e os serviços que oferecem: é preciso mais polícias e bombeiros, melhor atendimento na saúde, mais e melhores estradas. Porque também se estima que a população, a residente e a não residente, aumente. E o que se tem agora nem sempre é suficiente.

No Montijo, município que deverá ver a base aérea n.º 6 transformada numa aeroporto civil de apoio ao Aeroporto Humberto Delgado - para a próxima terça-feira a ANA e o Estado assinam um acordo -, a preocupação do presidente da câmara, Nuno Canta, passa, nomeadamente, pelo aumento da capacidade de proteção civil para acorrer a emergências e acidentes que possam decorrer do movimento que o aeroporto trará: mais gente, mais carros nas estradas, mais habitantes até. Uma preocupação também partilhada por Fernando Pinto, autarca do concelho limítrofe de Alcochete. Como outras que também dividem: novos acessos à Vasco da Gama, melhores estradas e mais centros de saúde.

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