Premium Cimeira Trump-Putin: poucas expectativas, muitos receios

O anúncio de uma cimeira entre Donald Trump e Vladimir Putin, no dia 16 em Helsínquia, surge numa fase crítica das relações entre o Ocidente e a Rússia e de desencontros entre a Administração americana e os aliados europeus.

O mundo já não sustém a respiração, como acontecia durante o meio século da era bipolar, a cada cimeira entre um presidente americano e um líder do Kremlin. Um encontro entre o líder da maior potência mundial e de uma Rússia que continua a ser, para o melhor e para o pior, um protagonista incontornável da cena internacional será sempre, ainda assim, um grande acontecimento. E o clima de tensão entre a Rússia e o Ocidente, os desencontros entre a América e a Europa, e as suspeitas "cumplicidades" entre os presidentes russo e americano, rodeiam de particular atenção, a próxima cimeira entre Donald Trump e Vladimir Putin.

Trata-se de um encontro esperado há ano e meio, desde que, em janeiro de 2017, uma semana depois da tomada de posse do novo presidente americano, Trump e Putin combinaram ao telefone um tête-à-tête em data a aprazar.

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