Premium Maduro vai ceder à pressão dos EUA?

Presidente venezuelano foi acusado pelos EUA de narcoterrorismo e já rejeitou o plano norte-americano para a realização de eleições. Guaidó apoia a proposta de Washington, sendo por sua vez acusado de tentativa de golpe de Estado pela justiça venezuelana. E o que tem um barco de bandeira portuguesa a ver com tudo isto?

Primeiro veio a pressão diplomática, com o reconhecimento do líder da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como presidente interino da Venezuela. Depois, as sanções económicas contra os membros do governo venezuelano e até o vital setor petrolífero. Mas os meses foram passando e Nicolás Maduro continua sem ceder. Na semana passada, a aposta dos EUA foi acusá-lo de narcoterrorismo e oferecer 15 milhões de dólares pela sua captura. Agora, é a vez de apresentarem um plano de transição.

O Marco Democrático para a Venezuela prevê o afastamento tanto de Guaidó como de Maduro, mediante a eleição de um Conselho de Estado e de um governo de transição, tendo em vista a realização de eleições. Além disso, Washington fala num possível levantamento de sanções aos membros do regime - numa tentativa de aumentar a pressão interna - com a continuação dos altos mandos militares nos cargos durante o governo de transição. Desde o primeiro momento que se diz que quem tem o apoio dos militares conseguirá ter o poder, mas estes até agora não viraram costas a Maduro.

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