Exclusivo Macron volta ao Líbano com olhos postos em todo o Médio Oriente

No centenário da criação do Grande Líbano, que até 1948 esteve sob administração francesa, o presidente viaja a Beirute para pressionar uma reforma política no rescaldo da explosão de 4 de agosto. Novo primeiro-ministro libanês, o embaixador Mustapha Adib, foi confirmado horas antes da sua chegada.

Quando o presidente francês caminhou pelas ruas destruídas de Beirute, poucos dias depois da explosão no porto que deixou 190 mortos e milhares de desalojados, foi recebido com gritos de "Vive la France". Em casa foi apelidado de "neocolonialista" pelos críticos, mas para muitos libaneses surgiu como a única esperança diante de uma classe política que consideram corrupta e que há muito os desilude.

Emmanuel Macron dispôs-se então a ajudar, organizando uma conferência de doadores rapidamente, mas não o fez passando um cheque em branco: exigiu reformas políticas. Agora, menos de um mês depois, regressa a Beirute para uma nova ronda de contactos - que inclui o novo primeiro-ministro, Mustapha Adib, confirmado poucas horas antes de chegar - e avaliar em que ponto está a situação. Mas também para assinalar os 100 anos da criação do Grande Líbano.

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