O cabaz de alimentos essenciais custa agora 257,95 euros, um aumento de 2,95 euros face à semana anterior. O preço dos 63 produtos alimentares monitorizado pela Deco Proteste atingiu o valor "mais elevado de sempre", desde que a organização iniciou esta análise, em 2022. Há quatro anos era possível comprar o mesmo cabaz por menos 70,25 euros (37,42%), diz.Na última semana, entre 1 e 8 de abril, o custo da massa esparguete aumentou 24%, para 1,18 euros, o preço da massa espiral subiu 18%, para 1,37 euros, e o atum posta em óleo vegetal registou um incremento de16%, para 1,65 euros. Segundo a Deco Proteste, estes "foram os produtos que mais aumentaram de preço percentualmente".Na comparação com o mesmo período do ano passado, a Deco Proteste conclui que a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o carapau (55%, custa agora 6,40 euros), a couve-coração (49%, situando-se atualmente nos 2,12 euros) e os brócolos (42%, o que se reflete num custo de 3,71 euros).Desde o início esta análise da Deco Proteste, a 5 de janeiro de 2022, dias antes do início da guerra na Ucrânia, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (124% para 13,03 euros/kg), couve-coração (113% para 2,12 euros/kg) e ovos (84% para 2,10 euros).O cabaz monitorizado pela Deco Proteste inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe, sendo considerados essenciais, entre outros, produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga. .Cabaz alimentar sobe ligeiramente para novo máximo de 254,40 euros