Argentina e EUA assinaram na quarta-feira um acordo sobre minerais críticos, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros sul-americano, depois da participação do ministro Pablo Quirno em uma reunião multilateral sobre o assunto em Washington."Durante a reunião ministerial sobre minerais críticos convocada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, a República Argentina e os EUA assinaram um Instrumento Marco para o Fortalecimento do fornecimento em Minérios e Processamento de Minerais Críticos mediante o qual ratificam a sua associação estratégica e o seu compromisso com o desenvolvimento de um fornecimento seguro, resiliente e competitivo", segundo o Ministério argentino.O ministro Quirno disse na quarta-feira, nas redes sociais, que o acordo com o governo de Donald Trump vai gerar "mais exportações, mais investimentos e mais empregos" na Argentina.O comunicado do Ministério acrescentou que a assinatura do acordo "aponta para a consolidação de cadeias de valor mais sólidas e diversificadas, a gestação de um ambiente favorável para a chegada de investimentos produtivos de longo prazo e responder ao crescimento da procura global e a aplicação de tecnologias avançadas".Em agosto, a Argentina e os EUA assinaram um memorando de entendimento sobre cooperação em minerais críticos, como o lítio, do qual o país sul-americano é o quarto produtor mundial.Por minerais críticos designam-se as matérias-primas - minerais e metais - necessárias para a produção de energia renovável e tecnologias não poluentes e a facilitação da transição energética.A Argentina é o quarto maior produtor mundial de lítio, depois da Austrália, Chile e China, terceiro em reservas, após Chile e Austrália, e o segundo em recursos, a seguir a Bolívia.A Argentina tem em carteira 50 projetos de lítio, quatro dos quais em produção e seis em construção. .Europa vai elaborar plano para fim da guerra. Zelensky está "pronto para assinar" acordo dos minerais com EUA