Têxteis portugueses saem de África por causa das pausas para rezar

Empresas optam por contratar trabalhadores vindos do Bangladesh e Índia

As empresas têxteis nacionais estão a mudar de estratégia: em vez de deslocalizarem a produção para África preferem contratar mão-de-obra oriunda de países como o Bangladesh e Índia. De acordo com a edição de hoje do Jornal de Notícias esta opção está relacionada com as pausas para rezar nos países onde se pratica o islamismo.

Fonte do sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes disse ao jornal que numa reunião recente com empresários e sindicatos, as empresas manifestaram mais interesse na opção de importar trabalhadores e confirmou que a deslocalização para Marrocos, por exemplo, está a ser ponderada devido a fatores como a produtividade devido às pausas para rezar.

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