Manuela Moura Guedes é a "Procuradora" em novo vídeo da SIC

É já no próximo dia 8 que Manuela Moura Guedes regressa à televisão. Na SIC, o espaço de comentário da jornalista vai chamar-se a "Procuradora"

"Procura além da notícia rápida e seca, procura o que se esconde nas meias verdades, procura as contradições, as promessas vazias, procura a resposta que, afinal, ninguém deu, procura também os gestos bondosos que passam despercebidos, procura as ideias simples que fazem a diferença, procura momentos que fazem simplesmente sorrir". É desta forma que é apresentada a jornalista Manuela Moura Moura Guedes, a "Procuradora" que todas as segundas-feiras vai estar no "Jornal da Noite", da SIC, já a partir do próximo dia 8.

A jornalista, que em 2010, saiu da TVI depois da administração da estação de Queluz de Baixo suspender o "Jornal Nacional" de sexta-feira, regressa à televisão com um espaço de comentário na SIC. Na noite desta quinta-feira, a estação de Carnaxide partilhou nas redes sociais um vídeo, em forma de "teaser", revelando o nome do espaço de comentário da jornalista.

Aliás, foi também pela rede social Instagram, nas contas dos jornalistas Clara de Sousa e Rodrigo Guedes de Carvalho, que a SIC deu a conhecer a contratação de Manuela Moura Guedes. O anncio da ida de Manuela Moura Guedes para a SIC surge depois da transferência de Miguel Sousa Tavares para a TVI

O anúncio da ida de Manuela Moura Guedes para a SIC surge depois de se saber que o jornalista Miguel Sousa Tavares deixa o canal do Grupo Impresa para regressar à antena da TVI e após a notícia da transferência do ano no mercado televisivo, a 22 de agosto: a contratação de Cristina Ferreira passa a ser a grande aposta da estação de Carnaxide e sai de Queluz de Baixo, onde fazia dupla com Manuel Luís Goucha no programa das manhãs.

Exclusivos

Premium

Espanha

Bolas de aço, berlindes, fisgas e ácido. Jovens lançaram o caos na Catalunha

Eram jovens, alguns quase adultos, outros mais adolescentes, deixaram a Catalunha em estado de sítio. Segundo a polícia, atuaram organizadamente e estavam bem treinados. José Manuel Anes, especialista português em segurança e criminalidade, acredita que pertenciam aos grupos anarquistas que têm como causa "a destruição e o caos" e não a luta independentista.