Wall Street começa a negociar no "vermelho"

No início da sessão de hoje, o índice Dow Jones perdia 0,60% e o Nasdaq recuava 0,39%. Efeitos da tensão entre EUA e a Rússia

A bolsa de Nova Iorque negociava, esta quarta-feira, em baixa no início da sessão, numa altura em que aumenta a tensão entre a Rússia e os Estados Unidos sobre o conflito na Síria.

Às 14:47 (hora de Lisboa), o índice Dow Jones perdia 0,60% para 24.262,67 pontos e o Nasdaq recuava 0,39% para 7.066,54 pontos.

O índice alargado Standard & Poor's (S&P) 500 baixava 0,51% para 2.643,27 pontos.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou a Rússia esta quarta-feira, a aliada do regime sírio, que serão lançados mísseis contra a Síria após um ataque, presumivelmente com armas químicas, perpetrado sábado na cidade síria de Douma, em Ghouta Oriental, e atribuído às forças de Damasco, na Síria.

Na terça-feira, a bolsa nova-iorquina encerrou em alta, com o índice Dow Jones a subir 1,79% e o Nasdaq 2,07%.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Falem do futuro

O euro, o Erasmus, a paz. De cada vez que alguém quer defender a importância da Europa, aparece esta trilogia. Poder atravessar a fronteira sem trocar de moeda, ter a oportunidade de passar seis meses a estudar no estrangeiro (há muito que já não é só na União Europeia) e - para os que ainda se lembram de que houve guerras - a memória de que vivemos o mais longo período sem conflitos no continente europeu. Normalmente dizem isto e esperam que seja suficiente para que a plateia reconheça a maravilha da construção europeia e, caso não esteja já convertida, se renda ao projeto europeu. Se estes argumentos não chegam, conforme o país, invocam os fundos europeus e as autoestradas, a expansão do mercado interno ou a democracia. E pronto, já está.