Marcello Lippi deixa a seleção da China após derrota com Síria

O treinador italiano estava no cargo desde maio e não resistiu ao desaire que complica as contas dos chineses para o Mundial 2022.

O treinador italiano Marcello Lippi demitiu-se esta quinta-feira do cargo de selecionador da China, após a derrota frente à Siria, no Dubai, por 2-1, em jogo do Grupo A de qualificação para o Mundial de 2022.

A China sofreu a primeira derrota nesta fase, estando agora a cinco pontos da Síria, que comanda o Grupo A com 12 pontos, mais cinco do que a seleção chinesa e do que as Filipinas, enquanto as Maldivas ocupam o quarto lugar, com três pontos, e a seleção de Guam é última classificada, sem qualquer ponto somado.

Marcello Lippi, que assumiu o comando técnico da China em maio passado, orientou a seleção italiana que se sagrou campeão mundial em 2006, na Alemanha, batendo na final a França nos penáltis. "Eles jogaram melhor do que nós e mereceram a vitória. Eu assumo toda a responsabilidade por esta derrota e apresento oficialmente a minha demissão do cargo", afirmou Lippi, no final do jogo com os sírios.

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