15% da população croata receberam heróis da seleção em Zagreb

Segundo a polícia local, cerca de 550 mil pessoas, cerca de 15 por cento da população do país, receberam os jogadores na capital

Apesar de terem perdido a final do Campeonato do Mundo frente a à França, jogadores e técnicos croatas foram recebidos como autênticos heróis em Zagreb.

Segundo a polícia local, os vice-campeões mundiais foram recebidos nas ruas da capital por cerca de 550 mil pessoas, o que equivale a 15 por cento da população do país.

O autocarro de dois andares que transportava a comitiva da seleção da Croácia demorou cinco horas a fazer a viagem entre o aeroporto e a Praça Jelacic, no centro da cidade.

Recorde-se que, com o segundo lugar alcançado na Rússia, a seleção balcânica alcançou o seu melhor resultado num Campeonato do Mundo, superando a terceira posição da edição de 1998, em França.

Além de os jogadores croatas terem dado nas vistas com o seu futebol no interior das quatro linhas, a presidente do país esteve em destaque no exterior, assistindo aos jogos na tribuna com a camisola da seleção e fazendo questão de cumprimentar os jogadores no balneário após o apuramento para a final e no centro do relvado aquando da entrega de prémios, apesar da forte chuva que se fazia sentir em Moscovo.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.