Autópsia a Kobe Bryant revela "trauma de força contundente"

Estrela da NBA morreu num acidente de helicóptero, em janeiro. Relatório da autópsia, agora divulgado, revela que o basquetebolista (tal como as outras oito pessoas que seguiam no voo) morreu por causa de uma pancada forte.

A autópsia ao jogador de basquetebol da NBA Kobe Bryant, que morreu em janeiro na sequência de um acidente de helicóptero, aponta como causa da morte imediata uma pancada forte. "Trauma de força contundente" é a expressão utilizada no relatório, divulgado esta sexta-feira, e citado pelo jornal norte-americano Los Angeles Times.

O mesmo documento (com 180 páginas) garante que o corpo do atleta não acusou positivo para a presença de álcool ou qualquer substância ilícita, como heroína, marijuana, fentanil ou cocaína. Também o piloto (Ara Zobayan, 50 anos) não tinha vestígios no organismo de droga ou álcool.

Kobe Bryant, 41 anos, morreu no dia 26 de janeiro deste ano na sequência da queda do helicóptero onde seguia, com a sua filha (Gianna Bryante, 13 anos) e outras oito pessoas (treinador, dois colegas de equipa e os respetivos pais). O acidente aconteceu em Calabasas, no estado norte-americano da Califórnia, quando o grupo se dirigia para um torneiro em Thousand Oaks e não houve sobreviventes. A causa de mortes dos restantes passageiros será a mesma.

Quanto aos motivos do acidente, estes ainda são um mistério, que continua sob investigação.

A estrela da equipa Los Angeles Lakers foi cinco vezes campeão da NBA, tendo sido considerado um dos melhores jogadores da história do basquete mundial. Conhecido pelo seu 1,98 m de altura e pelos seus 90 quilos, era considerado "um génio", "uma lenda" "um dos melhores da última geração de jogadores da NBA".

Estava "reformado" desde abril de 2016, depois de ter completado 20 anos de carreira. E só um dia antes de morrer foi ultrapassado por LeBron James na marcação de pontos.

Em 1996, Kobe foi o primeiro a ser escolhido para integrar os LA Lakers na abertura de mercado. Em 2008, foi considerado o jogador mais valioso desta liga e conquistou duas medalhas de ouro pela seleção norte-americana nos Jogos Olímpicos de 2008-Pequim e 2012-Londres.

Durante a sua carreira nos Lakers usou o número 24, mas também o 8. Números que o clube retirou da equipa assim que ele deixou de jogar. Participou numa curta metragem sobre a modalidade Dear Basketball , ganhando um Óscar em 2018.

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