Rui Costa defende "comportamento exemplar" do reforço Rafa Silva
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Rui Costa defende "comportamento exemplar" do reforço Rafa Silva

“Há muitos que acreditam que o Rafa não se comportou bem com o Benfica, porque saiu a custo zero, acabou o contrato. Isso não é verdade”, frisa o presidente do Benfica.
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O presidente do Benfica, Rui Costa, afirmou esta sexta-feira, 23 de janeiro, que o futebolista internacional português Rafa Silva nunca regressaria ao clube lisboeta caso tivesse tido um comportamento incorreto na sua saída, o que diz não ter acontecido.

“Há muitos que acreditam que o Rafa não se comportou bem com o Benfica, porque saiu a custo zero, acabou o contrato. Isso não é verdade”, começou por dizer o dirigente encarnado, explicando a situação do extremo luso.

Rui Costa quis lembrar que, no último ano de contrato, se falou na possibilidade de Rafa sair, mediante uma proposta milionária do Qatar, mas que o jogador concordou, então, ficar mais um ano, e o clube aceitou não ganhar dinheiro naquele ano e continuar com o extremo, mesmo sabendo que poderia, depois, sair livre.

“Teve um comportamento exemplar com o Benfica e a sua última época é a melhor em termos de números”, defendeu Rui Costa.

O presidente do clube lisboeta reiterou que Rafa “jamais” estaria no clube, que o contratou ao Besiktas neste mercado de inverno, se tivesse tido “um mau comportamento com o clube”.

“Bem-vindo Rafa. É um excelente jogador, jogou oito anos no clube, quis regressar ao clube, tivemos uma oportunidade para o fazer regressar, entendemos que é uma mais-valia tremenda”, sublinhou o dirigente encarnado.

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Benfica anuncia o regresso Rafa Silva com contrato válido até 2028

Rafa Silva, de 32 anos, foi na quinta-feira oficializado como reforço dos 'encarnados', depois de época e meia no Besiktas, no que é um regresso do jogador às águias, pelas quais jogou entre 2016/17 e 2023/24.

Rui Costa abordou o regresso do internacional português em declarações aos jornalistas no Campus da Justiça, onde o presidente ‘encarnado’ marcou presença no âmbito do julgamento do ‘saco azul’, que remonta a 2017 e envolve o Benfica, o ex-presidente Luís Filipe Vieira, o ex-administrador Domingos Soares de Oliveira e o antigo diretor financeiro Miguel Moreira.

No processo, de fraude fiscal, está em causa um alegado esquema de pagamentos fictícios a uma empresa de informática externa ao grupo Benfica, a Questãoflexível, num valor que ultrapassa os 1,8 milhões de euros.

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