Fernando Santos: "Este jogo é um momento honroso"

O selecionador nacional admite que a partida de atribuição do terceiro lugar não era onde queriam estar

"Nenhum de nós queria estar neste jogo, queríamos ir à final, não conseguimos e agora temos de disputar este jogo do terceiro lugar." Foi desta forma que Fernando Santos abordou a obrigação de defrontar, este domingo (13.00 horas) o México, no Estádio do Spartak, antes de dar como encerrada a Taça das Confederações e uma época que já vai longa.

Apesar da evidente frustração, o selecionador nacional sempre foi dizendo que "este jogo é um momento honroso", no qual a equipa das quinas pretende "lutar pela vitória". "Queríamos chegar à final e lutar para conquistar o troféu, mas não conseguimos e precisámos depois de dar a volta à situação. É isso que vamos procurar fazer amanhã", frisou.

O técnico nacional reconheceu que toda a comitiva ficou "triste e desgostosa após o jogo e no dia seguinte", razão pela qual reconheceu que "foi difícil ultrapassar a tristeza". Ainda assim deixou a certeza que a equipa tem "o compromisso de é discutir as competições em que entra e tentar chegar às finais para depois ganhá-las". E, nesse sentido, deixou a certeza de que o ânimo dos jogadores está "a entrar na normalidade", pelo que estão todos "focados em fazer o melhor" frente ao México.

A esse propósito, deixou uma mensagem aos portugueses: "Confiem nesta equipa porque não já vai a uma competição só por ir, mas para vencer. Se assim não fosse não havia este momento de desânimo." Aos críticos lembrou que "esta equipa deu ao futebol português um dos seus maiores feitos".

Fernando Santos ainda abordou os motivos da dispensa de Cristiano Ronaldo. "Há muito tempo que conheço a situação. Durante o estágio o jogador comunicou que tinha sido pai, ficámos todos satisfeitos com a notícia, mas essa comunicação foi feita de forma normal, demonstrando uma disponibilidade absoluta para estar na Taça das Confederações, o que considero ter sido muito importante. A partir do momento em que não atingimos o objetivo principal, entendemos que era normal que o Cristiano fosse ver os seus filhos", assumiu, considerando que "foi correta" a atitude tomada.

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