Etapa de Peniche volta a parar por falta de ondas

Grupo aproveitou para se manifestar contra prospeção de petróleo na Bacia de Peniche

A organização da etapa portuguesa do circuito mundial de surf interrompeu esta quinta-feira o campeonato, após cinco baterias da segunda eliminatória. E depois de algum tempo de espera, a ronda foi adiada para sexta-feira, se houver ondas na Supertubos, em Peniche.

Depois de um dia de espera, o Meo Rip Curl Pro Portugal arrancou com a repescagem para a terceira eliminatória dos dois primeiros do ranking, o havaiano John John Florence, que eliminou o estreante português Miguel Blanco, e brasileiro Gabriel Medina, frente ao australiano Ryan Callinan.

Já o australiano Matt Wilkinson, vencedor das duas primeiras provas de 2016 e terceiro da hierarquia, foi derrotado pelo francês Jeremy Flores e disse adeus ao título mundial, antes de a prova ser interrompida, quando faltam sete baterias para terminar a segunda eliminatória.

O brasileiro Filipe Toledo, que venceram a etapa portuguesa em 2015, venceu o heat e juntou-se na terceira eliminatória ao wild card português Frederico Morais, que irá depois enfrentar John John, o único com possibilidades de conquistar o título mundial nas ondas portuguesas.

Quem aproveitou a paragem da prova foi o movimento ' Peniche livre de petróleo'. O grupo utilizou o mediatismo da prova mundial de surf para revelar as preocupações com o mar e meio ambiente e pedir ao Governo que trave a concessão na zona da Bacia de Peniche.

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