Exclusivo Atletas olímpicos. O velejador medalhado, o atirador cirurgião e o ginasta pioneiro

Joaquim Granger (ginástica, Helsínquia 1952), José Quina (vela, Roma 1960) e Gentil Martins (tiro, Roma 1960) são três dos mais antigos atletas olímpicos de Portugal, agora homenageados. Ao DN, recordam histórias marcantes da participação nos Jogos Olímpicos.

Juntos têm quase três séculos de vida. Joaquim Granger (ginástica), José Quina (vela) e Gentil Martins (tiro) são história viva do desporto português, três dos atletas olímpicos mais antigos de Portugal, ontem homenageados pela Associação dos Atletas Olímpicos de Portugal, quando se assinalam 110 anos da primeira participação de Portugal (Estocolmo 1912). Uma vez olímpicos, olímpicos para sempre, é o lema. Garantem que não estão presos ao passado, mesmo que discordem do rumo que o Olimpismo levou: o profissionalismo, o desafiar o corpo ao limite ou o recurso ao doping.

Joaquim tem 93 anos. É totalmente independente e tão "vivaço" que engana quem não souber que nasceu em 1928. Foi numa ida a um sarau do Lisboa Ginásio, durante os anos de 1940, que ficou "fascinado" com a ginástica. Era hiperativo e parecia-lhe uma boa maneira de gastar energia. Tinha na altura 18 anos (idade avançada para a prática atual) quando começou a treinar. Só queria saber da ginástica e por isso "chumbava ano sim, ano não".

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