Exclusivo "Aceito que digam que um dos meus fortes é a agressividade, mas procuro ser mais do que isso"

Central português do City fala da exigência de jogar na Premier League, dos elogios de Guardiola e Pepe, dos avisos de Mourinho e das comparações com Fernando Couto. E ainda sobre a pressão, a ausência de um ídolo, as jarras partidas à mãe e os sonhos de criança.

Começou a jogar na Reboleira, no antigo Estrela da Amadora, mas foi no Benfica que concluiu a formação e se estreou como sénior. Mudou-se há menos de seis meses para o Manchester City e tem deliciado o treinador Pep Guardiola. Tem 23 anos e é para muitos o melhor defesa central português da atualidade.

Começando pelo fim. Como está a correr a experiência no Manchester City e na liga inglesa?
Está a ser aquilo que eu esperava. Um patamar superior, onde a qualidade abunda. As equipas, a competitividade e a própria liga como espetáculo... É a beleza do desporto no expoente máximo. Eu era um espectador e agora sou um dos intervenientes. Poder fazer parte desta competição é algo extraordinário.

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