114,5 milhões de euros a voar com seis rescisões unilaterais

William Carvalho, Gelson Martins, Bruno Fernandes e Bas Dost seguiram iniciativa de Rui Patrício e Podence de sair do clube à força.

As rescisões unilaterais (e com justa causa) de jogadores podem sair caro ao Sporting. Até agora são já cerca de 115 milhões euros a sair porta fora de Alvalade, segundo os valores de mercado de William Carvalho, Gelson Martins, Bruno Fernandes, Bas Dost, Rui Patrício e Podence, com base no site Tranfermarket.

Dos seis que já rescindiram, Gelson Martins é o mais valioso. O extremo leonino foi avaliado em 30 milhões de euros, mas ainda esta segunda-feira a imprensa britânica noticiou que o Arsenal avançou com uma oferta de 30 milhões e o Sporting pediu mais. A cláusula de rescisão era de 60 milhões de euros e o contrato válido até 2022.

Segue-se William Carvalho, avaliado em 25 milhões de euros e com uma cláusula de rescisão de 45 milhões. Médio defensivo com muito mercado a exemplo de Gelson pode sair valorizado da Rússia. Tal como Bruno Fernandes, avaliado em 20 milhões de euros e dono da maior cláusula de rescisão leonina (100 milhões). Depois de uma época de luxo ao serviço do Sporting o médio ganhou um lugar no Mundial2018.

Já Bas Dost está avaliado pelo site transfermarkt em 19 milhões de euros, sendo que a cláusula de rescisão do goleador leonino é de 60 milhões de euros.

Rui Patrício deu o pontapé de saída no que a rescisões unilaterais diz respeito e tem valor de mercado próximo dos 16 milhões de euros, segundo o site Tranfermarket. No entanto, o guarda-redes avançou para a quebra de contrato depois do clube ter recusado uma oferta do Wolves no valor de 18 milhões e ter pedido 20 milhões. Tinha contrato até 2022 e uma cláusula de rescisão de 45 milhões.

Por último, o jovem promissor Daniel Podence, avaliado em 4, 5 milhões de euros, apesar de ter uma cláusula de rescisão de 60 milhões.

No total são já 114,5 milhões de euros em ativos que se esfumam por entre quebras de contrato por justa causa. Jogadores alegam não ter condições para voltar a Alvalade, depois das críticas e agressões que sofreram no final da época passada, e responsabilizam o atual presidente, Bruno de Carvalho, pelos acontecimentos.

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